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Meios de pagamento

Transações digitais e fintechs crescem no Brasil, aponta relatório mundial sobre pagamentos

O Brasil é o terceiro maior mercado em transações eletrônicas. A informação é do Relatório Mundial sobre Pagamentos 2016 (World Payments Report – WPR) publicado pela empresa de consultoria, tecnologia e terceirização Capgemini e pela instituição bancária institucional que atua no segmento de serviços de transações e gestão de caixa, BNP Paribas.

Segundo o estudo, em 2015, as transações sem o uso de dinheiro em espécie aumentaram 10,4%, no País, se comparadas ao ano anterior. O recorde anterior era de 8,9%, registrado em 2014. Esse aumento das transações por meios digitais foi impulsionado pelo crescimento econômico dos países em desenvolvimento, aumento de níveis de segurança – com adoção de sistemas biométricos, por exemplo, – e de incentivos governamentais para pagamentos digitais nesses mercados, uma vez que o custo do dinheiro segue subindo.

Mercados em desenvolvimento crescem mais em números de transações digitais, mas os mercados maduros ainda concentram o maior volume

Também aumentou no Brasil o volume de transações de transferência de crédito: 12,1%; realização de débitos diretos: 11,9%; e o uso de cartões: 10,8% – por outro lado, pagamentos com cheques caíram 10,2%. Os cartões seguem como instrumento de pagamento digital que mais cresce desde 2010, com aumento de 10,8%.

No entanto, esse crescimento surge em um momento em que os bancos enfrentam uma crescente demanda por serviços de transações digitais fáceis e seguras, principalmente dos clientes corporativos, exigindo que os bancos que oferecem serviços de transações globais acelerem os investimentos e a colaboração com outros bancos ou as fintechs para reduzir o tempo necessário para disponibilizar ao mercado experiências diferenciadas de transações digitais.

De acordo com o responsável pela divisão bancária e de mercado de capitais da Capgemini, Anirban Bose, fintechs e Laboratórios de Inovação do setor bancário estão estabelecendo novos precedentes para melhorar a jornada do cliente. “O segredo está nas parcerias e colaborações para viabilizar o maior número possível de serviços digitais em todas as oportunidades de contato com o cliente em sua jornada”.

Opinião semelhante à do responsável global adjunto de gestão de caixa do BNP Paribas, Jean-François Denis. Para quem apesar de as mudanças nas expectativas básicas nos últimos anos – controle, visibilidade do caixa, gestão de riscos não serem “percebidas”, há uma expectativa cada vez maior das empresas em relação aos bancos digitalizarem seus processos de suporte, inclusive de gestão de contas, análise de dados, monitoramento da conformidade e detecção e prevenção a fraudes.

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