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Segurança

Especialista aponta 2 sistemas antifraude que devem minimizar problemas em meios de pagamento

Um longo caminho já foi trilhado em sistemas antifraude em meios de pagamento. Desde o cruzamento de dados como RG, CPF, endereço e data de nascimento, passando pela tecnologia fingerprint com técnicas de comparação entre diferentes aparelhos usados para uma compra, motores de regras complementares ao fingerprint, machine learning que capta tendências em larga escala com insights muito sutis ou complexos para um ser humano detectar, até a mais avançada que existe atualmente: o comportamento de navegação em que o monitoramento do cliente com algoritmo é abastecido de informações ricas para detectar fraudes.

Fraudes, entretanto, continuarão existindo, pelo menos a médio prazo, e o filtro para saber se as transações podem ou não ser feitas são os sistemas antifraude. “Não temos como dissociar a antifraude dos meios de pagamento”, afirma o vice-presidente da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), cofundador e senior advisor da Konduto, Daniel Bento. Mas sempre existe um passo além, sendo que para dá-lo é fundamental saber testar novidades, afinal, sempre existe espaço para novas soluções. “Uma empresa grande no mundo todo usa, em média, seis ferramentas de antifraude ao mesmo tempo”, afirma o especialista.

A seguir, confira duas das tendências apontadas no White paper exclusivo “Tendências e realidade em segurança de pagamentos“ que podem se tornar o nível acima na segurança de transações no futuro.

  1. Cortar a oferta de dados de cartão de crédito no mercado. Para Bento, esse é um desafio enorme e empresas gigantes do mundo inteiro tentam desenvolver soluções capazes de proteger essas informações e manter o e-commerce muito mais seguro. Alguns exemplos são: ApplePay, que criptografa dados do cartão; bancos que já lançaram uma espécie de cartão virtual descartável, válido para somente uma transação; a Gemalto produziu um cartão físico com código de verificação (CVV) dinâmico, uma espécie de token acoplado ao plástico. “As inovações que parecem mais precisas levam em consideração a tokenização ou a função de mão única (one way hash).” Ambas têm a mesma finalidade de não armazenar dados de cartão de crédito dos clientes ou não de forma tão exposta e passível de vazamento, como um arquivo “.CSV” disponível para toda a rede corporativa.
  1. Outra tendência bastante estudada é o 2FA, ou Segundo Fator de Autenticação, que solicita, por exemplo, confirmação via SMS ao comprador após o envio do pedido. “Essa tecnologia é bastante eficiente para barrar uma transação fraudulenta, mas que, ao mesmo tempo, pode ser um tanto incômoda para o cliente legítimo, que precisaria garantir que ‘é ele mesmo’ quem está realizando aquela compra”.

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