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Segurança

Em franca expansão, certificação digital movimenta R$ 6,6 trilhões por ano

Definida há sete anos como um serviço pelo Gestor da ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira), a certificação digital permite a identificação segura e inequívoca do autor de uma mensagem ou transação feita em meios eletrônicos como emissão de nota fiscal eletrônica, liberação de pagamento e assinatura de documento. Sua ampla aceitação e agilidade, especialmente quando é executada pelo celular, permitindo a realização de um trâmite em menos de 30 segundos, tem conquistado cada vez mais adeptos.

Em 2014 foram emitidos 2.553.708 certificados digitais, em 2015 o número chegou a 3.280.537, e apenas no primeiro semestre deste ano a soma chega a 1.631.929, apontam os relatórios de acompanhamento do ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação). Traduzindo em cifrões, chega-se à marca de R$ 6,6 trilhões movimentados por ano, conforme dados pela ANCD (Associação Nacional de Certificação Digital).

“É uma solução ideal para a empresa ou o profissional que queira otimizar tempo, pois é realizada uma assinatura sem ter de reconhecer firma em cartório. A certificação digital mobile também representa redução de custo para as grandes empresas, pois elimina papéis”, afirma Michel Medeiros, CEO da Soluti.

Para que haja validade jurídica, a ferramenta é emita por uma empresa certificadora a partir da apresentação e validação de evidências como CPF, RG e biometria. Com isso, o documento é válido por um período que varia entre um e cinco anos. “Em casos de troca ou roubo do celular, é necessário ligar na empresa para revogar o certificado. A partir disso é feita uma nova identificação, que completa o ciclo de validade da anterior.”

A transformação de um smartphone em um smart token que combina agilidade, sigilo e autenticidade é feita uma integração com qualquer sistema, sem API específica para isso, o que dá liberdade para rodar em qualquer sistema operacional e ainda possibilita o trabalho ligado a uma nuvem, de acordo com o especialista. A intenção, futuramente, é convergir a tradicional combinação usuário e senha de bancos, por exemplo, para a certificação digital.

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