• Cards Payment & Identification is part of the Informa Markets Division of Informa PLC

    This site is operated by a business or businesses owned by Informa PLC and all copyright resides with them. Informa PLC's registered office is 5 Howick Place, London SW1P 1WG. Registered in England and Wales. Number 8860726.

Tendências

Conheça as novas tendências do e-commerce brasileiro

O e-commerce brasileiro está mais maduro e consolidado. Tanto que o setor foi um dos pouco que manteve crescimento no ano passado. Para 2016, espera-se um faturamento de R$ 56,8 bilhões e 190,9 milhões de pedido nas lojas virtuais, além do aumento de compras via mobile, tendência que vem sendo chamada de m-commerce e do “market place” em que o cliente compra on line e retira o produto em lojas físicas, onda que se popularizou nos Estados Unidos e Europa.

A iniciativa permite economia com frete e diminui o tempo de espera do consumidor pelo produto comprado. Além de propiciar ao lojista novas oportunidades de venda, como sensibilizar o cliente com promoções ou descontos em uma nova compra. Segundo o especialista em e-commerce e Growth hacker, Rodrigo Maruxo, esse movimento está desenhando, ainda que timidamente, as primeiras estratégias de omnichannel no Brasil.

Referência quando o assunto é e-commerce, a Amazon está analisando implantar lojas em campi universitários para testar o sistema de compra online e retirada em locais físicos. A Dafiti planeja quiosques em shoppings center para venda física. No último trimestre de 2015, a Shoestock fechou todas suas lojas físicas. Foi adquirida pela Netshoes em fevereiro de 2016. Especula-se que a marca compradora vai retornar a produção e comercialização dos calçados e acessórios, a fim de digitalizar e relançar uma linha de produtos ainda no segundo semestre de 2016. A loja de esportes Centauro já aposta na compra on-line com a retirada em lojas físicas, sendo possível inclusive realizar a eventual troca de produtos.

Consequentemente a essas mudanças, as formas de pagamentos também serão diferentes. Com clientes querendo digitar cada vez menos vezes seus dados de cartão de crédito, um movimento silencioso está acontecendo para deixar o pagamento menos burocrático: aplicativos pedem permissão para armazenar os dados do consumidor. Ação semelhante ao Uber, em que o passageiro pede o carro e a corrida é automaticamente debitada no cartão de crédito. O serviço de transporte, de acordo com o CEO da Braspag, Gastão Mattos é um exemplo eficiente de compra on line e prestação de serviço off line.

Mesmo com esse cenário favorável, comerciantes interessados em atender ao público brasileiro devem estar atentos a quatro particularidades do mercado nacional, pois o mercado é cruel com iniciativas amadoras:

1 – Pagamento parcelado: comum no varejo físico, o hábito de parcelar as comprar migrou naturalmente para o comércio virtual. Mas se é cômodo ao cliente pagar sem juros, o lojista arca com a salgada conta de 30 dias para o recebimento da primeira parcela e outros 30 dias a mais para o valor de cada parcela concedida. Além do custo, varejistas dependem de uma solução de conciliação eficaz para manter o controle de caixa;

2 – Pagamento transparente: a fim de oferecer uma experiência de compra mais rápida, muitas vezes o varejo abre mão de uma etapa que garante a segurança: a autenticação do comprador por meio do Internet Banking (conhecida como Verified by Visa ou MasterCard SecureCode), recurso eficiente para eliminar o risco de fraudes antes da conclusão da venda e que protege o comerciante de eventuais charges backs, estornos que ficam sob reponsabilidade dos bancos emissores dos cartões, segundo diretor de e-commerce da Lyra Network, Jerome Pays.

3 – Mercado pouco democrático: dados da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) mostram que 70% das compras online no Brasil são realizadas nos 10 principais varejistas. Dentro desse universo, 41,7% nos dois maiores players do País. Enquanto no Reino Unido, a Amazon possui 16% do markeshare e o E-Bay, 8%;

4 – Menor taxa de conversão: Aproximadamente 1,5% dos visitantes de e-commerce concluem compra. Metade do índice norte-americano.
dados_abcomm
Dados ABComm

mercado adquirência

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (No Ratings Yet)
Loading...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.